domingo, 18 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
ASSIM SOU EU
EU ME CONHEÇO ASSIM:
Sou uma camela ou camaleoa:
ora uma orquídea, ora uma leoa,
às vezes doce, muito mais vezes acre, ÁCIDA...
Ninguém me detém nos meus sonhos,
Ninguém me segura nos meus anseios,
O que quero eu busco, corro atrás. E só quero o BOM!
Tudo faço para minha felicidade, sou dona da minha liberdade:
me arrisco, me jogo, me empenho,
mas se me engano, não titubeio, enfrento-me no espelho. Me dou um puxão de orelhas...
Tudo faço para tocar a vida em frente, e se eu quebrar a cara, não me apoio em novenas, correntes, mandingas, saravas, políticos ou parentes...
Procuro esquecer o passado e focar-me no presente.
Troco a cor do meu esmalte, mudo o corte de cabelo, compro um novo batom, faço dieta rigorosa, começo uma caminhada, e cá estou eu, pronta para uma nova jornada, pronta para o que der e vier...
Vou à feira, à avenida, à festas, à viagens, namoro, fico de bem com a vida, sou uma nova mulher. MELHOR!
Me inscrevo no Par-Perfeito, faço um perfil bem interessante, nos Ks a mais dou um jeito, afinal, posso ser o que eu quero, coloco uma foto atual, com ajustes do fotoschop, para que eu pareça legal, com quase 50 anos, uma mentira não faz mal.
Quero viver intensamente, de verdade, todas as fases da minha história, da minha personalidade, não me prender a padrões ou às amarras da sociedade.
Não quero ter medo de fofocas, da inveja de mulheres e das autoridades... mas ter vergonha na cara...
A vida é única, a vida é minha,
a vida é rara. Não quero viver de faz-de-conta, de casinha, de papai-mamãe...
Não quero levar fama de boazinha, de coitadinha, de bobinha...inha...inha...
Não quero também levar o mundo na garrupa.
O mundo que me engula, que me agüente...
Quero usar e abusar deste mundo, vasto mundo, quero ser muito mais eu...muito mais gente...mais quente!
Tô nem ai para a opinião que o mundo faz de mim
Sou uma camela ou camaleoa:
ora uma orquídea, ora uma leoa,
às vezes doce, muito mais vezes acre, ÁCIDA...
Ninguém me detém nos meus sonhos,
Ninguém me segura nos meus anseios,
O que quero eu busco, corro atrás. E só quero o BOM!
Tudo faço para minha felicidade, sou dona da minha liberdade:
me arrisco, me jogo, me empenho,
mas se me engano, não titubeio, enfrento-me no espelho. Me dou um puxão de orelhas...
Tudo faço para tocar a vida em frente, e se eu quebrar a cara, não me apoio em novenas, correntes, mandingas, saravas, políticos ou parentes...
Procuro esquecer o passado e focar-me no presente.
Troco a cor do meu esmalte, mudo o corte de cabelo, compro um novo batom, faço dieta rigorosa, começo uma caminhada, e cá estou eu, pronta para uma nova jornada, pronta para o que der e vier...
Vou à feira, à avenida, à festas, à viagens, namoro, fico de bem com a vida, sou uma nova mulher. MELHOR!
Me inscrevo no Par-Perfeito, faço um perfil bem interessante, nos Ks a mais dou um jeito, afinal, posso ser o que eu quero, coloco uma foto atual, com ajustes do fotoschop, para que eu pareça legal, com quase 50 anos, uma mentira não faz mal.
Quero viver intensamente, de verdade, todas as fases da minha história, da minha personalidade, não me prender a padrões ou às amarras da sociedade.
Não quero ter medo de fofocas, da inveja de mulheres e das autoridades... mas ter vergonha na cara...
A vida é única, a vida é minha,
a vida é rara. Não quero viver de faz-de-conta, de casinha, de papai-mamãe...
Não quero levar fama de boazinha, de coitadinha, de bobinha...inha...inha...
Não quero também levar o mundo na garrupa.
O mundo que me engula, que me agüente...
Quero usar e abusar deste mundo, vasto mundo, quero ser muito mais eu...muito mais gente...mais quente!
Tô nem ai para a opinião que o mundo faz de mim
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Sem Vergonha e Sem Juizo!
Eu não me vejo, nem me sinto velha, mas madura.
Sou o que sempre procurei ser ao longo de minha vida...
Meu espelho mostra o retrato de um corpo experimentado.
Abdômen redondo, pele flácida, traseiro rotundo e seios caídos, mas que resguarda uma mulher de alma jovem, animada, realizada e cheia de sonhos ainda...
Não trocaria nada do que tenho hoje: Amigos, trabalho, saúde, estabilidade, filhos e netas,
equilíbrio, cabelos brancos, experiências por um corpo lisinho e bumbum durinho...
Enquanto fui amadurecendo,
tornei-me mais tolerante, menos crítica comigo, mais solidária, menos egoísta, mais fraterna,
mais simples, mais desencucada, menos complexada...
Não me preocupo com a roupa fora de moda, com a empregada atrasada, com o filho preguiçoso
Com o carro inguiçado, com os netos precosses...
Passo meses sem fazer prestação, mas toda semana vou ao salão... não para parecer jovem, mas para estar melhor...
Estou linda, estou bem, tenho um perfume bom!
Dou presentes a quem quero, ajudo quem precisa.
Digo o que sinto, falo o que devo, calo-me quando for necessário, não me reprimo...
Posso ter o que eu quiser, sem ser obcecada, compulsiva...
Quem vai me criticar por que faço tricô ao invés de ler um livro?
Se vejo novelas a um filme?
Se assisto o programa de auditório e não um documentário?
Dane-se se fazer cut-cut e gugu-gagá na bochecha de minhas netas fica ridículo...elas me sorriem...
Sempre lembro dos amigos, namorados, esposo, meu pai e alunos que perdi muito jovens...
Valdecir, Mario, Pedro, Velci, Argeu, Eliz, Mariza, Lenon, Cila, Helder, Ivo, Carlos, Ilário, Airone, Adélia entre outros...
Estes não tiveram o prazer de ver no espelho seu corpo envelhecer e
nem de ter ou ver seus filhos crescer...
Quero ficar mais velha e abusada, sim! Andar na praia com um maiô cafona, molhar os pés no mar e dar pulinhos nas ondas sem me preocupar com os olhares...
Quero e devo esquecer alguns fatos também..
Mas também é certo que preciso lembrar de muitos deles por que preciso ter histórias para contar...
Meu corpo sofreu muito na carestia,
mas também muito se fortaleceu.
Perdi amores, amigos, parentes, maridos, animais, flores, roupas, livros e até jóias, mas ganhei coragem, força, garra, vontade de recuperar tudo...
Estou feliz por viver e envelhecer neste milênio, sou uma testemunha ocular de um século profícuo, cheio de tecnologias e possibilidades...
Quando criança, por não ter calçado, andei descalça,
andei de vestido, por não ter calças, passei frio por não ter agasalho, escrevi em papel de embrulho por não ter cadernos...
perdi a unha do pé por falta de atendimento médico, tive frieiras e piolhos por falta de esclarecimentos,
Mas conheci e ouvia rádio ainda criança e as novidades vindas da Rádio Guaiba me seduziam...
Lia e relia a revista Rainha e fui fã de Jerry Adriani, sonhava beijá-lo...
Usar batom, esmalte e xampoo
era tudo o que uma adolescente pobre queria...
Estudei precariamente, esforcei-me para me superar e fui conquistando meus espaços, minha independência, minha identidade a duras penas e gosto da pessoa madura que me tornei. Não vou viver para sempre
e nem viverei para lamentar, nem invejar, nem desperdiçar o que tive, tenho e ainda terei...
Meu presente é um enorme presente...
Agradeço pela oportunidade que tenho de ter tantas coisas boas,
tantas facilidades, ter condições, ter conhecimentos, estar sempre aproveitando as novidades...
O futuro me instiga, me fascina é um desafio a ser vivido em toda plenitude de minha maturidade...
Enquanto eu o espero quero ser apenas eu, ser feliz e fazer a felicidade:
Comer sem remorsos, caminhar sem dores, dormir sem medos, sonhar com meus ídolos, fazer o que eu gosto, estar com quem amo, filhos, namorado, amigos, a Sofia e a Yasmin e outros netos em fim...
Realmente estou ingressando na melhor idade!
Jovilde - (faz tempo, adaptado nov-2009)
Sou o que sempre procurei ser ao longo de minha vida...
Meu espelho mostra o retrato de um corpo experimentado.
Abdômen redondo, pele flácida, traseiro rotundo e seios caídos, mas que resguarda uma mulher de alma jovem, animada, realizada e cheia de sonhos ainda...
Não trocaria nada do que tenho hoje: Amigos, trabalho, saúde, estabilidade, filhos e netas,
equilíbrio, cabelos brancos, experiências por um corpo lisinho e bumbum durinho...
Enquanto fui amadurecendo,
tornei-me mais tolerante, menos crítica comigo, mais solidária, menos egoísta, mais fraterna,
mais simples, mais desencucada, menos complexada...
Não me preocupo com a roupa fora de moda, com a empregada atrasada, com o filho preguiçoso
Com o carro inguiçado, com os netos precosses...
Passo meses sem fazer prestação, mas toda semana vou ao salão... não para parecer jovem, mas para estar melhor...
Estou linda, estou bem, tenho um perfume bom!
Dou presentes a quem quero, ajudo quem precisa.
Digo o que sinto, falo o que devo, calo-me quando for necessário, não me reprimo...
Posso ter o que eu quiser, sem ser obcecada, compulsiva...
Quem vai me criticar por que faço tricô ao invés de ler um livro?
Se vejo novelas a um filme?
Se assisto o programa de auditório e não um documentário?
Dane-se se fazer cut-cut e gugu-gagá na bochecha de minhas netas fica ridículo...elas me sorriem...
Sempre lembro dos amigos, namorados, esposo, meu pai e alunos que perdi muito jovens...
Valdecir, Mario, Pedro, Velci, Argeu, Eliz, Mariza, Lenon, Cila, Helder, Ivo, Carlos, Ilário, Airone, Adélia entre outros...
Estes não tiveram o prazer de ver no espelho seu corpo envelhecer e
nem de ter ou ver seus filhos crescer...
Quero ficar mais velha e abusada, sim! Andar na praia com um maiô cafona, molhar os pés no mar e dar pulinhos nas ondas sem me preocupar com os olhares...
Quero e devo esquecer alguns fatos também..
Mas também é certo que preciso lembrar de muitos deles por que preciso ter histórias para contar...
Meu corpo sofreu muito na carestia,
mas também muito se fortaleceu.
Perdi amores, amigos, parentes, maridos, animais, flores, roupas, livros e até jóias, mas ganhei coragem, força, garra, vontade de recuperar tudo...
Estou feliz por viver e envelhecer neste milênio, sou uma testemunha ocular de um século profícuo, cheio de tecnologias e possibilidades...
Quando criança, por não ter calçado, andei descalça,
andei de vestido, por não ter calças, passei frio por não ter agasalho, escrevi em papel de embrulho por não ter cadernos...
perdi a unha do pé por falta de atendimento médico, tive frieiras e piolhos por falta de esclarecimentos,
Mas conheci e ouvia rádio ainda criança e as novidades vindas da Rádio Guaiba me seduziam...
Lia e relia a revista Rainha e fui fã de Jerry Adriani, sonhava beijá-lo...
Usar batom, esmalte e xampoo
era tudo o que uma adolescente pobre queria...
Estudei precariamente, esforcei-me para me superar e fui conquistando meus espaços, minha independência, minha identidade a duras penas e gosto da pessoa madura que me tornei. Não vou viver para sempre
e nem viverei para lamentar, nem invejar, nem desperdiçar o que tive, tenho e ainda terei...
Meu presente é um enorme presente...
Agradeço pela oportunidade que tenho de ter tantas coisas boas,
tantas facilidades, ter condições, ter conhecimentos, estar sempre aproveitando as novidades...
O futuro me instiga, me fascina é um desafio a ser vivido em toda plenitude de minha maturidade...
Enquanto eu o espero quero ser apenas eu, ser feliz e fazer a felicidade:
Comer sem remorsos, caminhar sem dores, dormir sem medos, sonhar com meus ídolos, fazer o que eu gosto, estar com quem amo, filhos, namorado, amigos, a Sofia e a Yasmin e outros netos em fim...
Realmente estou ingressando na melhor idade!
Jovilde - (faz tempo, adaptado nov-2009)
domingo, 26 de julho de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
"Tudo passa, eu, vc e as uvas"
Já rasguei tantos verbos, desonhei tantos sonhos, beijei tantas bocas, amei tantos homens, desfiz tantas tristezas...
Deixei de ser eu mesma, inventei-me, reconstrui-me, reeditei-me...Para que? Para fazer-me ideal, feliz, melhor, maliciosa, desejável, ...mas sou eu mesma sendo toda errada...e toda eu mesma...Sensível, desmiolada, chorosa, romântica, solidária e cheia de malícia nas doces intenções...
Há uma mulher diferente em mim a cada dia, mas meu coração é sempre puro, doce, solidário e tolo!!
Adoro minha casa, minha bagunça, meu perfeccionismo, meus filhos, nora, netas e sobrinhos
Deixei de ser eu mesma, inventei-me, reconstrui-me, reeditei-me...Para que? Para fazer-me ideal, feliz, melhor, maliciosa, desejável, ...mas sou eu mesma sendo toda errada...e toda eu mesma...Sensível, desmiolada, chorosa, romântica, solidária e cheia de malícia nas doces intenções...
Há uma mulher diferente em mim a cada dia, mas meu coração é sempre puro, doce, solidário e tolo!!
Adoro minha casa, minha bagunça, meu perfeccionismo, meus filhos, nora, netas e sobrinhos
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Eu morro e não aprendo tudo!!!
Esta panela velha ficou muito doente, estou proibida de trabalhar e adivinhem?... De falar também. Ainda bem que o otorrino não se manifestou a respeito de deixar de escrever. Mas, por medida de segurança, nem citei o fato. O que eu tenho? Oras! O que todos temos: Amídalas e faringes. As minhas existem para me causar dores, e eu morro só de pensar em extraí-las... Mas o mal maior não foi este, não!...
Enquanto um ortopedista opera o pé errado de uma menina em Belo Horizonte, um atendente de farmácia vende o remédio errado, por não ter decifrado a letra do médico, um cirurgião esquece dentro da paciente dois grampos, vejam o que aconteceu comigo, que pensava ser esclarecida. Pensava... Meu filho, de 18 anos, estava também com dores de ouvido, febres e dores musculares, falta de apetite e eu pensando que ele estivesse com as mesmas dores que eu, inclusive tomávamos os mesmos medicamentos. Foi para o Colégio, sentiu-se mal, a coordenadora dispensou-o. Chegando em casa, ele estava transfigurado de Fofura... Todo gordo. Levei-o correndo no Otorrinolaringologista (o mesmo meu) e adivinhem? Depois de demorado exame in loco, palavras científicas de difícil compreensão, algumas perguntas capciosas, falou-nos sobre a suspeita de inflamação das parótidas, ou um trauma de tombos, ou algum golpe duro nos esportes. Pediu uma ultra-sonografia com urgência. Já era meio-dia, corremos para o laboratório e implorei que o encaixassem, pois ele estava com um "mal desconhecido" e o médico queria o exame ainda naquele dia. Claro que fomos imediatamente atendidos. Pronto, saiu o diagnóstico: "Parotidite". Atestado médico de uma semana para ficar em casa das aulas, um repouso assustador e uma receita quilométrica, incluindo injeções, que o rapaz se desanimou ainda mais... Sabem que quase tive uma crise existencial? Me culpei, me culpei, me culpei... Onde foi que eu falhei? Será que este menino vem com esta doença desde a infância, e eu, mãe desatenta, não percebi? Chamei pai, padrasto, madrinha, vizinhos, avós e tios para vê-lo e dividir comigo o período de convalescença do moço. Após achismos familiares, consultas ao almanaque Fontoura e a Enciclopédia Barsa, veio a conclusão baseada na sabedoria popular "CAXUMBA" Compressas quentes, nada de erguer peso, nada de tomar gelados, nem pegar sereno, muito repouso, chá de casca de laranja e anador, afastamento da escola por uma semana. Tanto que ele está simpatizando com a doença, mas... "--Cuidado que isso pode baixar". Caramba! Que médico esnobe! Não podia ter simplificado? Quase morri de vergonha pela minha ignorância. E o pior que tive que pagar por este mico!
Enquanto um ortopedista opera o pé errado de uma menina em Belo Horizonte, um atendente de farmácia vende o remédio errado, por não ter decifrado a letra do médico, um cirurgião esquece dentro da paciente dois grampos, vejam o que aconteceu comigo, que pensava ser esclarecida. Pensava... Meu filho, de 18 anos, estava também com dores de ouvido, febres e dores musculares, falta de apetite e eu pensando que ele estivesse com as mesmas dores que eu, inclusive tomávamos os mesmos medicamentos. Foi para o Colégio, sentiu-se mal, a coordenadora dispensou-o. Chegando em casa, ele estava transfigurado de Fofura... Todo gordo. Levei-o correndo no Otorrinolaringologista (o mesmo meu) e adivinhem? Depois de demorado exame in loco, palavras científicas de difícil compreensão, algumas perguntas capciosas, falou-nos sobre a suspeita de inflamação das parótidas, ou um trauma de tombos, ou algum golpe duro nos esportes. Pediu uma ultra-sonografia com urgência. Já era meio-dia, corremos para o laboratório e implorei que o encaixassem, pois ele estava com um "mal desconhecido" e o médico queria o exame ainda naquele dia. Claro que fomos imediatamente atendidos. Pronto, saiu o diagnóstico: "Parotidite". Atestado médico de uma semana para ficar em casa das aulas, um repouso assustador e uma receita quilométrica, incluindo injeções, que o rapaz se desanimou ainda mais... Sabem que quase tive uma crise existencial? Me culpei, me culpei, me culpei... Onde foi que eu falhei? Será que este menino vem com esta doença desde a infância, e eu, mãe desatenta, não percebi? Chamei pai, padrasto, madrinha, vizinhos, avós e tios para vê-lo e dividir comigo o período de convalescença do moço. Após achismos familiares, consultas ao almanaque Fontoura e a Enciclopédia Barsa, veio a conclusão baseada na sabedoria popular "CAXUMBA" Compressas quentes, nada de erguer peso, nada de tomar gelados, nem pegar sereno, muito repouso, chá de casca de laranja e anador, afastamento da escola por uma semana. Tanto que ele está simpatizando com a doença, mas... "--Cuidado que isso pode baixar". Caramba! Que médico esnobe! Não podia ter simplificado? Quase morri de vergonha pela minha ignorância. E o pior que tive que pagar por este mico!
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Fui ver a Sofia

Sábado que passou...
fomos ver nossa Sofia!
Mais linda do que nunca,
cheia de truques, só alegria.
Linguagem aflorada...
carinhosa, atenta,
comunicação silabada...
cheia de energia.
Eta menina levada!
puxou o cabelo da vovó...
brincou de upa com o papai...
fez pose pra fotografia.
Já estamos com saudades..
vamos voltar noutro dia!
Assinar:
Postagens (Atom)
